The Voice: Resumão do Blind Auditions, Parte 4
As Blind Auditions chegaram à metade, e o episódio foi recheado de viradas instantâneas! A disputa entre Michael Bublé e Kelsea Ballerini está cada vez mais acirrada, com os dois técnicos competindo por candidatos em diversos momentos. Foi um episódio eletrizante, e aqui está um resumão do que rolou:
Kolby Cordell – Never Too Much (Luther Vandross)
Kolby Cordell, da Califórnia, abriu o episódio com chave de ouro ao escolher uma versão cheia de soul de “Never Too Much”, de Luther Vandross que de cara conquistou Michael Bublé e John Legend, que aproveitou para dançar durante a performance inteira. John elogiou como Kolby conseguiu colocar sua própria personalidade na música que é um clássico. Michael aproveitou para elogiar a energia contagiante do músico. Kelsea disse que amou a voz, mas não virou a cadeira por achar que não iria conseguir concorrer contra John Legend. Adam disse que John seria a melhor escolha para o músico, que concordou com a sugestão e entrou para o #TeamJohn.
Hailey Wright – Before the Next Teardrop Falls (Freddy Fender)
Aos 19 anos, Hailey Wright descobriu suas raízes nativo-americanas e embarcou em uma jornada de reconexão com sua cultura e família. Para sua audição, escolheu Before the Next Teardrop Falls e emocionou Michael e Kelsea, que viraram suas cadeiras instantaneamente. Kelsea elogiou sua voz e domínio do yodeling, pedindo que cantasse um trecho de Blue, de LeAnn Rimes. A performance extra confirmou que Kelsea era a mentora ideal para Hailey, e mesmo com Michael tentando conquistá-la, a jovem escolheu o #TeamKelsea.
Fran Posla – What the World Needs Now Is Love (Jackie DeShannon)
Diretamente da Costa Rica e atualmente vivendo em Nova York, Fran Posla encantou os técnicos com sua versão de What the World Needs Now Is Love. Bastou a primeira nota para Adam Levine virar sua cadeira, seguido por John Legend. Adam destacou seu vibrato envolvente e energia cativante, afirmando que ela tem algo único a oferecer na competição. No final, Fran escolheu o #TeamAdam.
Dimitrius Graham – Get You (Daniel Caesar)
Cheio de personalidade, o músico de Baltimore compartilhou sua trajetória e como encontrou na música – especialmente na ópera – uma paixão incentivada por um professor que mudou sua vida. Sua versão suave e aveludada de Get You conquistou Kelsea e Michael. Durante a disputa, Michael brincou que a voz de Dimitrius era poderosa o suficiente para dobrar a população dos Estados Unidos em nove meses. Já Kelsea destacou seu impressionante alcance vocal. No fim, Dimitrius escolheu o #TeamBublé.
Emily McGill – Gold Dust Woman (Stevie Nicks)
Nascida em Nashville e fã declarada de Kelsea Ballerini, Emily McGill compartilhou sua história de superação após perder o pai para um ataque cardíaco. Com uma performance intensa e autêntica, demonstrou sua paixão, mas não conseguiu que os técnicos virassem suas cadeiras. Ainda assim, recebeu palavras encorajadoras e o incentivo para retornar com uma música que destacasse melhor sua potência vocal.
Olivia Kuper Harris – Dream A Little Dream (Ella Fitzgerald)
Cantora de jazz de Dallas, atualmente morando em Los Angeles, Olivia Kuper Harris viralizou no YouTube ao reinterpretar sucessos atuais em versões jazzísticas. Sua abordagem sofisticada de Dream A Little Dream impressionou Adam, John e Kelsea, que viraram suas cadeiras sem hesitar. Adam descreveu sua voz como “única e mágica”, enquanto John elogiou a evolução da performance ao longo da música. Kelsea destacou sua versatilidade ao unir jazz e pop. No meio da disputa, os técnicos não perderam a chance de zoar Michael por não ter virado a cadeira. No final, Olivia escolheu o #TeamLegend.
Kaiya Hamilton – ICU (Coco Jones)
Kaiya Hamilton, de Atlanta, mãe de três filhas, viu no programa a chance de retomar sua carreira musical, interrompida para se dedicar à família. Sua interpretação emocionante de ICU levou Michael e Kelsea a virarem suas cadeiras. Kelsea elogiou seu timbre grave e a alma presente em sua interpretação, enquanto Michael destacou a riqueza e textura única de sua voz. No momento da decisão, Kayia escolheu o #TeamBublé.
O episódio ainda mostrou uma montagem rápida de competidores que garantiram vaga nos times dos técnicos com apenas uma cadeira virada, incluindo Aaron Rizzo e Kameron Jaso no #TeamBublé e Nell Simmons no #TeamLegend.
Antonio Ramsey – Every Little Step (Bobby Brown)
O cantor e dançarino Antonio Ramsey compartilhou sua jornada de deixar tudo para trás e se mudar para Los Angeles em busca do sonho de ser artista. Sua performance enérgica de Every Little Step contagiou os técnicos, mas nenhum deles virou a cadeira. John explicou que, apesar da escolha musical ser incrível, a canção não permitiu que Antonio mostrasse todo o seu alcance vocal. Como incentivo, John pediu que ele cantasse uma balada e usou seu Coaches Replay para garantir Antonio no #TeamLegend.
Robert Hunter – Til You Can’t (Cody Johnson)
Policial da Carolina do Norte, Robert Hunter compartilhou como a perda de um amigo no trabalho o fez repensar sua vida e decidir perseguir seu sonho musical. Sua performance country fez Kelsea virar a cadeira instantaneamente, com Michael seguindo logo depois. Adam, brincando, disse que desistiu de virar a cadeira para artistas country, já que eles nunca o escolhem. Kelsea reconheceu pequenos deslizes na afinação, mas afirmou estar empolgada para trabalhar com Robert. Na hora da escolha, ele pediu ajuda da família e, ao ver a filha torcendo por Kelsea, decidiu se juntar ao #TeamKelsea.
Elliott Fleetwood – Cough Syrup (Young The Giant)
Diretamente das Cataratas do Niágara, em Nova York, Elliott Fleetwood é vocalista de uma banda, mas busca no The Voice a chance de brilhar como artista solo. Sua apresentação de rock eletrizante chamou a atenção de Adam, que ficou indeciso, mas nenhum técnico virou a cadeira. Adam pediu que ele voltasse no futuro e comentou que pequenos deslizes vocais o impediram de virar, além de lamentar não ter percebido que o candidato também estava tocando guitarra. Mas, no fim, o programa é sobre a voz.
Lucia Flores-Wiseman – La Llorona (Ángela Aguilar)
Encerrando o episódio, Lucia Flores-Wiseman, descendente de mexicanos, entregou uma performance acústica e profundamente emocionante de La Llorona, de Ángela Aguilar. Logo nos primeiros versos, conquistou os quatro técnicos, que viraram suas cadeiras quase simultaneamente. Adam Levine elogiou sua técnica impecável, precisão e capacidade de transmitir emoção, afirmando que nunca havia ouvido alguém como ela antes. No final, Lucia escolheu o #TeamAdam e ganhou um moletom da Friendly Unicorn.

