Resumo do segundo dia de Batalhas no The Voice
O quinto episódio da 29ª temporada do The Voice marcou o encerramento das batalhas, com oito confrontos e apenas um steal restante, que acabou ficando nas mãos de Adam Levine. O episódio mostrou um nível bem alto entre os participantes, com várias decisões difíceis e comentários bem diretos dos técnicos.
A noite começou com Drew Russell enfrentando Jared Shoemaker, no time de Adam, ao som de “Leather and Lace”. Adam comentou que a música é muito especial para ele, inclusive por já tê-la cantado com Stevie Nicks. Durante a apresentação, Jared se destacou pela consistência e pelo timbre mais marcante, enquanto Drew começou mais insegura, mas foi crescendo ao longo da performance. Os técnicos elogiaram bastante a harmonia entre os dois, com Kelly inclusive sugerindo que poderiam formar uma dupla. Adam acabou escolhendo Jared, destacando sua estabilidade durante toda a música.
Na sequência, Tia Durant enfrentou Houston Kelly no time de Kelly Clarkson, cantando “Either Way”. Foi uma das batalhas mais equilibradas da noite. Houston trouxe uma abordagem mais tradicional country, enquanto Tia adicionou uma pegada mais soul. Os técnicos ficaram divididos, e tanto Adam quanto John elogiaram muito os dois. Kelly disse que foi uma decisão extremamente difícil, mas escolheu Houston por acreditar que ele tinha mais versatilidade a ser explorada na competição.
De volta ao time de Adam, Aziz Guerra enfrentou Jeremy Keith com “My Cherie Amour”. Adam já tinha comentado nos ensaios que era um dos pareamentos mais difíceis por serem artistas muito diferentes. A apresentação misturou inglês e espanhol, trazendo uma identidade interessante para os dois. Os técnicos elogiaram o equilíbrio, com John brincando que queria “reclamar” com Adam por ter Jeremy no time. Adam acabou escolhendo Jeremy, afirmando que ele parecia mais pronto para avançar naquele momento.
No time de John Legend, Kendra Remedios enfrentou Natasha Blaine cantando “Walk On By”. John trabalhou um arranjo mais simples para valorizar as vozes, e isso funcionou bem. Natasha se destacou pela consistência e controle, enquanto Kendra trouxe um timbre mais marcante. Os técnicos elogiaram a sutileza da apresentação, e John escolheu Natasha para seguir na competição.
Em seguida, Aaron LaVigne enfrentou Jonah Mayor no time de Kelly, com “The First Time”. Foi uma batalha mais desafiadora tecnicamente, justamente por ser uma música mais recente e menos familiar. Adam comentou que sentiu falta de controle na respiração dos dois, algo que John também destacou. Kelly acabou escolhendo Jonah, acreditando que ele tem mais potencial de crescimento nas próximas fases.
Outra batalha do time de John trouxe Ashley Marina contra Syd Millevoi, com “Love Takes Time”. Os dois encararam uma música difícil e emocional, e receberam elogios pela entrega. Ainda assim, os técnicos apontaram que ambos ainda têm espaço para evolução. John escolheu Syd, dizendo que vê nela potencial de finalista.
No time de Kelly, Abigayle Oakley enfrentou Julia Golden ao som de “Rhiannon”. As duas têm estilos próximos, com influência folk e country, o que deixou a batalha bem equilibrada. Adam elogiou especialmente o falsete de Abigayle, enquanto John destacou tanto o timbre dela quanto a energia de Julia. Kelly reconheceu que as duas foram bem, mas optou por Abigayle para seguir.
Encerrando a noite, KJ Willis enfrentou Mike Steele no time de John, cantando “Let Me Love You”. Foi uma das performances mais fortes do episódio, com os dois explorando bem o R&B e trocando momentos de destaque. Kelly comparou a apresentação a uma partida de tênis, enquanto Adam elogiou bastante os dois, destacando o impacto vocal de Mike e a surpresa positiva de KJ. John escolheu KJ como vencedor, mas o momento não terminou aí.
Com seu único steal disponível, Adam Levine decidiu roubar Mike Steele para seu time, afirmando que ele traz algo diferente e que faltava em sua equipe. Esse movimento estratégico fechou as batalhas e reforçou o time de Adam para a próxima fase.
Com isso, o episódio encerrou oficialmente as batalhas e definiu o Top 18 da temporada. Adam sai dessa fase com um time sólido e ainda mais diverso após o steal, mostrando mais uma vez seu olhar estratégico e sua habilidade em identificar artistas com potencial não só técnico, mas também artístico para avançar longe na competição.