Team Adam faz história no segundo dia de Blind Auditions
O segundo episódio da 29ª temporada do The Voice foi ao ar na noite desta segunda-feira na NBC e contou com a segunda rodada de audições às cegas. Além disso, o episódio trouxe um final surpreendente com a inclusão de um artista improvável no time de Adam Levine. Acompanhe o resumão:
O episódio começou com JW Griffin, que abriu a noite cantando “Long Haired Country Boy”. Sua performance trouxe um estilo country com alma e presença, suficiente para convencer todos os três técnicos a virarem suas cadeiras e iniciar a primeira grande disputa da noite. Adam elogiou a voz de Griffin e disse que aquilo era especial, enquanto Kelly ressaltou a capacidade de contar histórias em cada frase. No fim, apesar da insistência de Adam e John, Griffin escolheu integrar o time de Kelly, dando à cantora mais um triple turn importante para a sua equipe.
A segunda artista da noite foi Nicolette Capua, que cantou “You Broke Me First”. Apesar de demonstrar um timbre forte e cheio de energia, nenhum dos técnicos virou a cadeira. Eles elogiaram aspectos da performance e destacaram que a música escolhida era desafiadora, mas sentiram que naquele momento não era o encaixe certo.
Em seguida veio Tia Durant, com uma poderosa versão de “Midnight Train to Georgia”. Sua voz soul impressionou desde o primeiro acorde e conseguiu duas viradas de cadeira, de Adam e Kelly. John não chegou a apertar o botão, mas ambos os técnicos que viraram falaram sobre como a performance dela carregava emoção e autenticidade. Durant acabou optando pelo time de Kelly, reforçando ainda mais a força vocal do time dela.
Kendra Remedios trouxe sua interpretação de “Girl Crush”, um estilo country moderno com sabor pessoal. Apenas John Legend virou sua cadeira, reconhecendo a textura e o “grit” da voz dela. Adam e Kelly elogiaram, mas com equipes já se enchendo de talentos, nenhum deles apertou o botão a tempo. Remedios acabou no time de John, marcando uma adição country à sua equipe.
Mike Steele veio na sequência com “For Tonight”, mostrando um groove R&B envolvente e um senso forte de musicalidade. Ele conseguiu um triple turn, e aí começou uma disputa direta entre os coaches. Adam elogiou sua versatilidade vocal, Kelly falou sobre o potencial da sua voz em diferentes gêneros, e John também ressaltou como a performance era interessante. No fim, Steele escolheu Team Legend, dando a John o seu primeiro triple turn da noite.
Bijou Belle, uma artista que cresceu cantando em família, subiu ao palco com “Wildflower”. Só Adam virou sua cadeira, reconhecendo a juventude e espaço para crescimento em sua voz, e Kelly mencionou partes fortes da performance apesar de algumas notas mais desafiadoras. Sem a virada de John, Bijou acabou no time de Adam.
Jaali Boyd apresentou “No Air”, mostrando um registro vocal forte e dinâmico que conquistou Kelly e Adam a virarem as suas cadeiras. John também chegou a comentar positivamente, mas não apertou o botão a tempo. Os dois técnicos destacaram que ela parecia ainda estar começando a explorar todo o potencial da sua voz, e ela acabou escolhendo Team Adam.
Blaire Elbert arrancou uma reação interessante ao interpretar “Wide Rollin’ Plains” com um toque de yodeling tradicional. Só Kelly virou sua cadeira, empolgada com o caráter único da performance mesmo com partes que ficaram um pouco mais soltas. Adam comentou sobre o yodel como algo inesperado, e Blaire acabou no time de Kelly.
Adi Arora, de New Jersey, apresentou uma versão de “It Will Rain”, de Bruno Mars, que conquistou a atenção de John e Kelly. Adam comentou que percebeu algumas coisas pequenas em relação ao tom do cantor, que o impediram de virar a sua cadeira, mas prometeu que Adi iria longe no programa. No final, ele escolheu o Team Legend.
Outro artista a se destacar foi Moses G., que cantou “Forever Young”. Apenas Adam virou a cadeira para ele, citando a energia e a textura da voz que achou cativante. Kelly mencionou alguns aspectos técnicos que a seguraram de virar, mas Adam se garantiu e trouxe Moses para seu time.
Em um caso similar de não virar cadeira, Chezzarai apresentou “I’m Every Woman” com uma voz poderosa. Apesar da força e do potencial evidentes, nenhum dos coaches apertou o botão, e eles ainda assim fizeram comentários positivos, incentivando-a a tentar outra música no futuro.
O grande encerramento da noite foi com Hunter Jordan, que cantou “Let Me Down Easy”. Todos os três técnicos viraram suas cadeiras e começaram a disputa por ele. Esse foi o momento em que Adam se destacou de forma mais visível na noite, insistindo que aquele era “o dia” em que ele finalmente colocaria um artista country no seu time e desenvolvesse algo fora do lugar-comum. Depois de uma longa negociação e argumentos apaixonados, Jordan optou por seguir com Adam, dando ao técnico não apenas um triple turn, mas também um símbolo de sua determinação em se desafiar artisticamente.
Com os times quase completos, o The Voice continua com as Blind Auditions na próxima semana.
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