{"id":10116,"date":"2012-06-06T00:55:53","date_gmt":"2012-06-06T03:55:53","guid":{"rendered":"http:\/\/www.maroon5br.com\/?p=10116"},"modified":"2012-06-06T00:55:53","modified_gmt":"2012-06-06T03:55:53","slug":"traducao-da-entrevista-para-o-music-connection","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.maroon5br.com\/site\/2012\/06\/06\/traducao-da-entrevista-para-o-music-connection\/","title":{"rendered":"Tradu\u00e7\u00e3o da entrevista para o Music Connection"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/maroon5br.com\/galeria\/albums\/userpics\/10001\/MusicConnection01.jpeg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p>Acompanhe a tradu\u00e7\u00e3o da entrevista dada por James Valentine e Adam Levine para a nova edi\u00e7\u00e3o da revista <strong>Music Connection<\/strong>. Na mat\u00e9ria, a dupla conversa sobre o processo criativo do \u00e1lbum Overexposed, e James tamb\u00e9m fala sobre seu projeto paralelo, JJAMZ.<\/p>\n<blockquote><p><strong>Music Connection: Nos seus \u00e1lbuns anteriores, a banda reuniu m\u00fasicas e depois as gravou concentrados por algum tempo. Qu\u00e3o diferente foi a concep\u00e7\u00e3o e a grava\u00e7\u00e3o do Overexposed?<\/strong><br \/>\nJames Valentine: Esse \u00e1lbum foi &#8220;em vez de sentar por meses conversando sobre o que queremos fazer, vamos simplesmente faz\u00ea-lo.&#8221; N\u00f3s come\u00e7amos a ir ao est\u00fadio antes mesmo de terminar a turn\u00ea do \u00e1lbum anterior.<\/p>\n<p><strong>MC: Como \u00e9 imaginar um \u00e1lbum inteiro dentro do contexto do que se tornou um mundo cada vez mais dirigido aos singles?<\/strong><br \/>\nAdam Levine: \u00c9 dif\u00edcil explicar. Eu acho que a banda sempre se interessou em fazer bons \u00e1lbuns e t\u00eam sido sobre qualidade. N\u00f3s n\u00e3o somos preocupados apenas em fazer um single; n\u00f3s queremos que todas as m\u00fasicas sejam \u00f3timas. N\u00f3s n\u00e3o podemos ser muito profundos &#8211; s\u00e3o m\u00fasicas pop &#8211; mas essas s\u00e3o as melhores can\u00e7\u00f5es que s\u00e3o certas para o \u00e1lbum. Quando voc\u00ea pensa nisso, fazer um \u00e1lbum \u00e9 dar um tiro no escuro. Onde voc\u00ea se encontra criativamente \u00e9 o que seu \u00e1lbum ir\u00e1 refletir.<\/p>\n<p><strong>MC: O Overexposed \u00e9 produzido pelo prod\u00edgio sueco Max Martin, e evidencia uma faixa mais agrad\u00e1vel do pop moderno. J\u00e1 que o som do \u00e1lbum \u00e9 ultra-contempor\u00e2neo, voc\u00eas concordam que ele se encaixa nas playlists pop da r\u00e1dio moderna?<\/strong><br \/>\nLevine: Eu n\u00e3o presto aten\u00e7\u00e3o na r\u00e1dio. \u00c9 a pior coisa a se fazer, comp\u00f4r para as r\u00e1dios. Eu prefiro pensar como a r\u00e1dio ir\u00e1 soar amanh\u00e3. N\u00e3o estamos na ind\u00fastria de lucrar com hits pop. Voc\u00ea precisa sentir algo quando escuta isso &#8211; Eu n\u00e3o estou interessado em bobagem.<\/p>\n<p><strong>MC: James, a participa\u00e7\u00e3o de Adam em &#8220;Stereo Hearts&#8221; do Gym Class Heroes, e o single subsequente da banda com Christina Aguilera, &#8220;Moves Like Jagger&#8221;, influenciou na decis\u00e3o da banda de trabalhar com compositores de fora?<\/strong><br \/>\nValentine: Sim. Essa sess\u00e3o me fez pensar na id\u00e9ia de que n\u00f3s n\u00e3o precisamos passar um ano inteiro fazendo um \u00e1lbum em um lugar com um cara, ent\u00e3o n\u00f3s decidimos reunir can\u00e7\u00f5es. N\u00f3s acampamos no Conway Recording, em Los Angeles e tinham caras diferentes entrando e saindo. N\u00f3s est\u00e1vamos com eles por um bom tempo, embora haviam algumas trocas de m\u00fasicas por email.<\/p>\n<p><strong>MC: Adam, como a qu\u00edmica colaborativa com esse grupo de compositores e como o processo evoluiu?<\/strong><br \/>\nLevine: A n\u00edvel de composi\u00e7\u00e3o, \u00e9 o nosso \u00e1lbum mais forte, por que tivemos tantos compositores nos ajudando. Eu queria pegar o que n\u00f3s fazemos e aplicar isso ao que eles fazem. Eu n\u00e3o acho que alguma vez existiu uma experi\u00eancia assim para algum dos grupos. Foi uma sensa\u00e7\u00e3o nova, atual, e diferente. Eu acho que isso resultou em m\u00fasicas legais. Estou muito feliz com o disco.<\/p>\n<p><strong>MC: Adam, qual \u00e9 a sua for\u00e7a como compositor?<\/strong><br \/>\nLevine: Eu n\u00e3o sou o tipo de cara que escreve grandes smashes,mas eu tenho meus momentos com melodias. Eu acho que meu ponto forte como compositor \u00e9 a letra. Elas s\u00e3o super importantes para mim &#8211; cada palavra que \u00e9 dita e como ela \u00e9 dita.<\/p>\n<p><strong>MC: Como suas composi\u00e7\u00f5es evoluiram?<\/strong><br \/>\nLevine: Eu estou aprendendo a comp\u00f4r agora. Eu nunca soube o que estava fazendo. Todas as minhas m\u00fasicas foram erros. Eu escrevia com a banda ou com o Sam Farrar (Phantom Planet). De repente eu era compositor por que o \u00e1lbum fez sucesso, mas ser um compositor de sucesso nunca fez parte dos meus planos. Eu estou aprendendo os truques do of\u00edcio agora.<\/p>\n<p><strong>MC: Tipo?<\/strong><br \/>\nLevine: Na minha leiga vis\u00e3o, uma boa m\u00fasica pop n\u00e3o \u00e9 embasada em poesia &#8211; e sim em um fator viciante. N\u00e3o h\u00e1 mist\u00e9rio e \u00e9 uma declara\u00e7\u00e3o forte.<\/p>\n<p><strong>MC: Voc\u00ea usa sua voz como instrumento quando comp\u00f5e?<\/strong><br \/>\nLevine: Eu acho que \u00e9 assim que eu componho melodias, cantando a melodia de formas diferentes. Entona\u00e7\u00e3o e inflex\u00e3o s\u00e3o tudo partes de poder vender uma melodia ou uma letra &#8211; \u00e9 uma ferramente que eu utilizo. Vender a m\u00fasica \u00e9 uma grande parte disso. Meu colaborador Ammar Malik me fez um grande elogio. Ele disse, &#8220;Tudo que voc\u00ea canta soa como hit.&#8221; N\u00e3o \u00e9 verdade, mas \u00e9 doce.<\/p>\n<p><strong>MC: O The Voice \u00e9 uma plataforma ineg\u00e1vel para o Adam e, desde que o single &#8220;Payphone&#8217; estreiou no programa com 493,000 downloads ap\u00f3s a apresenta\u00e7\u00e3o da banda, claramente tamb\u00e9m foi para o Maroon 5.<br \/>\n<\/strong>Valentine: A banda foi apresentada para um p\u00fablico completamente novo. O programa acabou fazendo mais para a banda em termos de exposi\u00e7\u00e3o do que qualquer coisa que n\u00f3s j\u00e1 fizemos. Tem sido incr\u00edvel.<\/p>\n<p>Levine: Eu n\u00e3o tinha certeza se poderia prever isso. N\u00f3s fizemos o programa por v\u00e1rias raz\u00f5es, mas uma foi que ajudaria a banda &#8211; mas n\u00f3s n\u00e3o sab\u00edamos o quanto ajudaria a banda.<\/p>\n<p><strong>MC: Como Wiz Khalifa impulsionou o single &#8220;Payphone&#8221; com sua participa\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/>\nValentine: [O compositor e produtor] Benny Blanco havia acabado de trabalhar com ele e pensou que ele seria perfeito para a faixa. Wiz chegou e arrebentou. Champanhe foi estourado ap\u00f3s cada verso.<\/p>\n<p>Levine: Wiz \u00e9 bacana pra caramba e eu adorei trabalhar com ele. Eu passei um tempo com ele. Mesmo que ele tenha muito sucesso, isso \u00e9 apenas o come\u00e7o para ele. V\u00e1rias colabora\u00e7\u00f5es parecem for\u00e7adas ou obsoletas, ou \u00e9 com algu\u00e9m do momento, mas essa \u00e9 realmente legal.<\/p>\n<p><strong>MC: O que o Max Martin trouxe para o projeto como produtor executivo do Overexposed?<\/strong><\/p>\n<p>Valentine: Quando voc\u00ea trabalha com tantos tipos diferentes de pessoas \u00e9 legal ter algu\u00e9m na dire\u00e7\u00e3o para ter certeza de que tudo vai funcionar de uma forma coerente. Max foi \u00f3timo nisso. Seus instintos s\u00e3o \u00f3timos. Ele ouve uma m\u00fasica e instant\u00e2neamente tem alguns toques que podem fazer uma grande diferen\u00e7a.<\/p>\n<p>Levine: Max \u00e9 um mestre em tantos aspectos da produ\u00e7\u00e3o de m\u00fasicas, e um dos poucos caras que eu j\u00e1 trabalhei que n\u00e3o tem ego. Mutt Lange era a mesma coisa &#8211; a melhor id\u00e9ia vencia. Ele n\u00e3o trabalhava sobre cr\u00e9ditos; ele trabalhava em fazer a coisa certa com a m\u00fasica. Os outros compositores o respeitam e ele tem uma origem realmente humilde.<\/p>\n<p><strong>MC: Os produtores e compositores Shellback, Benny Blanco, Ryan Tedder, Ammar Malik e Robo-pop est\u00e3o por todo o \u00e1lbum como co-compositores. Qual \u00e9 a qu\u00edmica criativa com esses colaboradores?<\/strong><br \/>\nLevine: Trabalhando com o Ryan, n\u00f3s eramos como espiritos parentes no est\u00fadio. Houve essa energia maluca, fren\u00e9tica, barulhenta. Escrevemos tr\u00eas ou quatro m\u00fasicas em cinco dias n\u00e3o tivemos medo de ser prol\u00edficos, o que \u00e9 um m\u00e9todo legal. Quando compus com o Amar n\u00f3s fumamos no hookah e descansamos, e em tr\u00eas horas, tinhamos a m\u00fasica. Esse \u00e1lbum foi \u00f3timo porque todos os processos e todas as possibilidades criativas foram exploradas.<\/p>\n<p><strong>MC: James, voc\u00ea recentemente foi um orador convidado no Instituto dos M\u00fasicos em Hollywood. Voc\u00ea estudou m\u00fasica formalmente alguma vez?<\/strong><br \/>\nValentine: Eu quis ir para Berkeley ou para o MI, mas eu estava preso em Nebraska. Apenas estar no ambiente para focar em carpintaria naquele momento da sua vida foi realmente \u00fatil. E trabalhar em algumas coisas que eu queria ao longo dos anos, simplesmente de um ponto de vista t\u00e9cnico, poderia ter sido mais r\u00e1pido se eu tivesse esse tempo concentrado para sentar em uma das salas de ensaio com algu\u00e9m como Jude Gold do Instituto dos M\u00fasicos me ajudando.<\/p>\n<p><strong>MC: O que voc\u00ea disse aos alunos sobre cumprir a fun\u00e7\u00e3o de guitarrista na m\u00fasica pop?<\/strong><br \/>\nValentine: N\u00e3o s\u00e3o realmente boas not\u00edcias para a guitarra na m\u00fasica pop moderna. Eu adoraria estar envolvido na pr\u00f3xima evolu\u00e7\u00e3o do que a guitarra faz e a sua fun\u00e7\u00e3o na m\u00fasica. Eu estive experimentando com guitarras MIDI e controlando algumas respostas de frequ\u00eancias com o controlador acoplado na guitarra. Ele pode seguir diversas dire\u00e7\u00f5es, mas n\u00e3o houveram muitas inova\u00e7\u00f5es e o som da m\u00fasica pop atualmente n\u00e3o tem a ver com a guitarra, o que \u00e9 triste para os guitarristas, mas talvez seja um bom desafio descobrir como encaix\u00e1-la.<\/p>\n<p><strong>MC: &#8220;One More Night&#8221;, do Overexposed, incorpora um grandioso riff de guitarra. Como o reggae se encaixou no panorama s\u00f4nico do Maroon 5?<\/strong><\/p>\n<p>Valentine: Eu realmente gosto da faixa por que ela tem a vibe reggar justaposta com uma sonoridade comtempor\u00e2nea para criar algo que parece novo para mim.<\/p>\n<p>Levine: Eu escuto reggaes antigos de manh\u00e3. Isso imediatamente anima e muda tudo sobre o dia antes que ele comece. \u00c9 o melhor rem\u00e9dio &#8211; \u00e9 a Calif\u00f3rnia, \u00e9 ensolarada, voc\u00ea est\u00e1 acordando e antes de tomar um banho, voc\u00ea est\u00e1 feliz.<\/p>\n<p><strong>MC: Adam, sua voz \u00e9 um instrumento que pode cortar um mix denso, mas parece que ter um espa\u00e7o ao redor \u00e9 igualmente importante para manter a din\u00e2mica do Maroon 5.<\/strong><\/p>\n<p>Levine: Eu sou t\u00e3o metido a respeito de espa\u00e7o; n\u00e3o \u00e9 sobre qu\u00e3o produzida alguma coisa seja, \u00e9 sobre o que acontece nas entrelinhas da produ\u00e7\u00e3o. Minhas frases favoritas s\u00e3o &#8220;como s\u00e3o apenas tr\u00eas coisas?&#8221; Ou o oposto, &#8220;Vamos fazer 400 coisas e faz\u00ea-las soar como uma coisa s\u00f3.&#8221; Quanto menos subdivis\u00e3o voc\u00ea fizer na m\u00fasica, melhor, uma id\u00e9ia massiva que pulsa com a mesma din\u00e2mica.<\/p>\n<p><strong>MC: O que voc\u00ea usaria como exemplo disso?<\/strong><br \/>\nLevine: Discos de hip-hop do fim dos anos 90 e tamb\u00e9m o Fugees. Entre os membros daquela banda eles fizeram os melhores \u00e1lbuns daquela era, incluindo The Carnival (Wyclef Jean) e o The Miseducation of Lauryn Hill. Para mim esses s\u00e3o os discos mais cheios de alma daquele tempo. Eles foram produzidos mas soam contempor\u00e2neos hoje.<\/p>\n<p><strong>MC: Voc\u00ea acredita que o Maroon 5 tenha essa mesma dimens\u00e3o atemporal?<\/strong><br \/>\nLevine: &#8220;She Will Be Loved&#8221; soa como se ela pudesse ter saido hoje. N\u00f3s sempre tivemos uma aproxima\u00e7\u00e3o mais crua, e isso nunca envelhece.<\/p>\n<p><strong>MC: Voc\u00eas dois foram muito gentis com seu tempo e energia para essa entrevista. N\u00f3s precisamos perguntar: Voc\u00eas curtem esse processo ou \u00e9 uma tarefa?<\/strong><br \/>\nValentine: \u00c0s vezes. Olha, n\u00f3s estamos tendo uma conversa ador\u00e1vel aqui, Eu estou sentado tomando meu caf\u00e9 e \u00e9 divertido. Eu esqueci o que fizemos semana passada quando houveram essas coletivas de imprensa que duram o dia todo onde voc\u00ea tem que ficar sentado na mesma sala e pessoas vem das 10:30 at\u00e9 \u00e0s 20:30 perguntando as mesmas coisas diversas vezes. N\u00e3o \u00e9 a minha parte favorita do trabalho. Eu n\u00e3o estou reclamando, e eu sou grato que as pessoas queiram me ouvir falando sem parar sobre Adam e essas coisas. Mas fazer isso o dia inteiro pode ser muito cansativo.<\/p>\n<p><strong>MC: James, nos conte sobre o JJAMZ, seu projeto paralelo com Jasel Boesel do Rilo Kiley and Bright Eyes, Alex Greenwald do Phantom Planet, Z Berg do The Like e Michael Runion. Por que voc\u00eas se apresentam em lugares modestos como o The Detroit Bar em Anaheim e Bootleg Theatre em Los Angeles?<\/strong> \u00c9 alguma forma de um grande rockstar se reconectar com as pessoas?<\/p>\n<p>Valentine: (Risadas) Voc\u00ea poderia colocar isso dessa forma. Basicamente esses caras e garota que eu toco s\u00e3o alguns dos meus melhores amigos. N\u00f3s est\u00e1vamos conversando e n\u00f3s invariavelmente acab\u00e1vamos tocando. Quando estou na cidade eu adoraria estar tocando em outros lugares toda noite. \u00c9 uma coisa totalmente diferente de se fazer por conta pr\u00f3pria. Isso me conecta com o amor de ter feito isso em primeiro lugar &#8211; levantar em um lugar cheio de gente \u00e9 o nosso jeito.<\/p>\n<p><strong>MC: Quando se fala sobre seus projetos solo, como o JJAMZ, que amplificadores voc\u00ea pode estar levando para os shows?<\/strong><\/p>\n<p>Valentine: Eu amo meu Fender Princeton de 1965, o Fender Deluxe Reverb e o meu Fender Vibrolux &#8211; \u00e9 isso o que eu uso para tocar.<\/p>\n<p><strong>MC: Que guitarras voc\u00ea usa atualmente com o Maroon 5?<\/strong><br \/>\nValentine: Eu adoro as guitarras da Fano e tenho as usado bastante. Eu tamb\u00e9m adoro a minha guitarra Johan Gustafson e minhas Fenders. Nos \u00faltimos anos a Telecaster tem sido a guitarra principal &#8211; para as coisas rock funk. \u00c9 perfeita porque ela segue a melodia e \u00e9 agressiva com uma grande personalidade. A coisa mais \u00f3bvia para eu tocar seria a Stratocaster mas nunca funcionou comigo. A Tele soa mais \u00fanica. Quando voc\u00ea toca at\u00e9 o bra\u00e7o ela soa quente e redonda. Ou\u00e7a a forma que Bill Frisell a faz soar.<\/p>\n<p><strong>MC: Voc\u00ea tem patroc\u00ednio?<\/strong><br \/>\nValentine: Eu meio que ap\u00f3io os viol\u00f5es Martin que eu uso ao vivo, da s\u00e9rie Performers. A quest\u00e3o \u00e9: Eu n\u00e3o me envolvi em acordos de patroc\u00ednio porque eu quero tocar o que eu quiser quando eu quiser. E se eu descobrir uma guitarra legal e eu quiser toc\u00e1-la e n\u00e3o puder por causa de obriga\u00e7\u00f5es de um contrato, isso vai parecer meio est\u00fapido para mim. Eu posso comprar essas guitarras.<\/p>\n<p><strong>MC: Existe uma cena de boates vibrante no lado leste de Los Angeles, onde o JJAMZ costuma tocar?<\/strong><br \/>\nValentine: Absolutamente. Eu moro em Los Feliz. Eu vivi em v\u00e1rias partes de Los Angeles, mas terminei de volta l\u00e1 por causa dessa energia. O clube Satellite \u00e9 \u00f3timo; Eu estou ansioso para nossa resid\u00eancia l\u00e1, e o The Echo tamb\u00e9m apresenta coisas \u00f3timas &#8211; criativamente muita coisa est\u00e1 acontecendo neste lado da cidade.<\/p>\n<p><strong>MC: O Maroon 5 est\u00e1 planejando uma turn\u00ea grande pelos Estados Unidos?<\/strong><br \/>\nValentine: Devido ao comprometimento do Adam ao The Voice, n\u00f3s estamos aguardando um pouco. N\u00f3s vamos para a \u00c1sia e a Am\u00e9rica do Sul, mas vai levar um tempo antes de fazer uma grande turn\u00ea nos Estados Unidos, o que n\u00e3o vai acontecer at\u00e9 o inverno. N\u00f3s geralmente vamos no ver\u00e3o, mas a \u00e9poca n\u00e3o permite isso.<\/p>\n<p><strong>MC: Voc\u00ea \u00e9 maratonista, James. Isso \u00e9 uma alternativa \u00e0s festas \u00e9picas?<\/strong><br \/>\nValentine: N\u00f3s nos divertimos nos nossos 20 anos, mas se voc\u00ea quer continuar vivendo voc\u00ea precisa adotar um estilo de vida melhor. Infelizmente o clich\u00e9 do estilo de vida do rockstar &#8211; n\u00f3s vimos hist\u00f3rias o suficiente para saber onde isso vai dar.<\/p>\n<p><strong>MC: O line-up atualda banda inclui o membro de longa-data Mickey Madden no baixo, Matt Flynn na bateria e PJ Morton nos teclados. Sua longevidade na banda \u00e9 incomum na atual cena pop. A qu\u00ea voc\u00ea atribui essa durabilidade, e como o Overexposed se adequa nessa express\u00e3o?<\/strong><br \/>\nLevine: Se voc\u00ea vai fazer isso por muito tempo, \u00e9 bom ter uma nova era, e se abrir a participa\u00e7\u00f5es. Existem tantas vers\u00f5es que voc\u00ea pode atravessar. Veja as melhores banda do mundo; eles simplesmente acabaram antes que isso envelhecesse.<\/p>\n<p><strong>MC: E o que voc\u00eas querem para o Overexposed?<\/strong> Domina\u00e7\u00e3o mundial?<br \/>\nValentine: Esse \u00e9 sempre o objetivo, lan\u00e7\u00e1-lo e exp\u00f4-lo para o maior n\u00famero de pessoas poss\u00edvel. Com esse \u00e1lbum houve um esfor\u00e7o coletivo para fazer algo que pudesse se conectar com diversas pessoas do mundo inteiro &#8211; ir al\u00e9m das cercas.<\/p><\/blockquote>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Acompanhe a tradu\u00e7\u00e3o da entrevista dada por James Valentine e Adam Levine para a nova edi\u00e7\u00e3o da revista Music Connection. Na mat\u00e9ria, a dupla conversa sobre o processo criativo do \u00e1lbum Overexposed, e James tamb\u00e9m fala sobre seu projeto paralelo, JJAMZ. 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