{"id":20553,"date":"2016-03-25T13:39:31","date_gmt":"2016-03-25T16:39:31","guid":{"rendered":"http:\/\/www.maroon5br.com\/?p=20553"},"modified":"2016-03-25T13:39:31","modified_gmt":"2016-03-25T16:39:31","slug":"jesse-concede-entrevista-a-steinway-sons","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.maroon5br.com\/site\/2016\/03\/25\/jesse-concede-entrevista-a-steinway-sons\/","title":{"rendered":"Jesse concede entrevista \u00e0 Steinway &#038; Sons"},"content":{"rendered":"<p>Jesse Carmichael, tecladista do Maroon 5, deu uma grande entrevista para o site da marca de pianos Steinway &amp; Sons, onde comentou sobre suas experi\u00eancias com o instrumento, al\u00e9m de contar sobre suas influ\u00eancias e tamb\u00e9m sobre o per\u00edodo sab\u00e1tico que tirou em 2012.<\/p>\n<div class=\"fve-video-wrapper fve-image-embed fve-thumbnail-image youtube\" style=\"padding-bottom:75%;\">\n    <iframe loading=\"lazy\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/ayS-s29CMjE?wmode=transparent&#038;modestbranding=1&#038;autohide=1&#038;showinfo=0&#038;rel=0\" width=\"100%\" height=\"100%\" frameborder=\"0\" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen><\/iframe>    <\/div>\n<p>[cpg_albumnew:1415,5]<\/p>\n<blockquote><p><strong>ROCK &amp; BACH<\/strong><br \/>\n<em>Uma entrevista com Jesse Carmichael, Dono de uma Steinway e tecladista do Maroon 5<\/em><\/p>\n<p><em>Mais conhecido como o multi-instrumentista da banda de pop rock Maroon 5, Jesse Carmichael surpreendeu v\u00e1rias pessoas quando tirou uma pausa sab\u00e1tica de dois anos do grupo popular e vencedor de v\u00e1rios Grammys em 2012 para ir em busca dos seus estudos em m\u00fasica e artes da cura. Carmichael conversou com a Steinway &amp; Sons sobre suas paix\u00f5es e seu instrumento.<br \/>\n<\/em><br \/>\n<strong>Por que voc\u00ea foi atra\u00eddo para a m\u00fasica?<\/strong><br \/>\nEu nem tenho uma lembran\u00e7a de escolher entrar na m\u00fasica. Eu apenas sei que foi isso que esteve comigo desde que eu era crian\u00e7a. Mozart e Bach foram grandes influ\u00eancias quando eu era menor, e nessa \u00e9poca eu comecei a tocar piano. Depois eu mudei para guitarra durante todo o colegial e depois voltei para o piano. Agora fa\u00e7o os dois na minha banda, e amo ambos.<\/p>\n<p><strong>O que te atraiu para o piano?<\/strong><br \/>\nQuando eu tinha por volta de seis ou sete anos, meu pai me deu um teclado. Eu sentava e tocava nele e talvez fazia coisas como tocar todas as teclas pretas e gostava do som daquele mundo particular pentat\u00f4nico. Eu amava ouvir m\u00fasicas de Mozart e Bach. Eu lembro do primeiro prel\u00fadio do Well-Temperer Clavier de Bach, foi uma das primeiras coisas que eu aprendi a tocar.<\/p>\n<p><strong>A m\u00fasica ainda \u00e9 uma parte de como voc\u00ea se relaciona com o mundo no geral?<\/strong><br \/>\n\u00c9 uma parte muito mais profunda de como eu exploro o mundo. Eu penso sobre os sons que escuto enquanto vivencio meu dia, e eu quase sempre os organizo subconscientemente em sons que acontecem em tempo. Um carro que passa, e eu escuto os agudos disso comparando com as pessoas conversando ao meu lado na rua e o som de um telefone tocando. Eu n\u00e3o tenho um ouvido perfeito, mas eles se misturam de uma forma agrad\u00e1vel. Eu sou muito sens\u00edvel a sons que se sobrep\u00f5em. Felizmente eu estou me interessando por mais m\u00fasica atonal ultimamente.<\/p>\n<p><strong>Como voc\u00ea se sente interagindo com a Steinway?<\/strong><br \/>\n\u00c9 como pegar uma raquete de t\u00eanis bem-feita &#8211; seu jogo imediatamente melhora. Tocar uma Steinway me faz sentir como um pianista melhor. Por algum motivo eu consigo apenas responder para a a\u00e7\u00e3o de uma forma que me n\u00e3o me faz pensar no lado t\u00e9cnico das coisas e apenas poder me perder no som.<\/p>\n<p><strong>Quando voc\u00ea pode se desligar do lado t\u00e9cnico e se perder no som, o que isso provoca?<\/strong><br \/>\nA melhor sensa\u00e7\u00e3o que eu posso ter enquanto m\u00fasico e ter, por um \u00fanico segundo, a percep\u00e7\u00e3o de que eu n\u00e3o estive tocando a m\u00fasica: Ela est\u00e1 apenas acontecendo. Eu estive vivendo isso, quase fora do corpo. Eu sei que tem uma parte do meu c\u00e9rebro que est\u00e1 controlando as minhas m\u00e3os, mas esses momentos onde eu me sinto completamente levado pela m\u00fasica &#8211; eu vivo por esses momentos.<\/p>\n<p><strong>Voc\u00ea tem alguma lembran\u00e7a da primeira vez que voc\u00ea realmente desapareceu tocando?<\/strong><br \/>\nEu sempre lembro de entrar nesse estado meditativo quando toco piano. \u00c9 sempre algo que limpa a minha mente e me liberta de pensar e apenas experienciar o som do instrumento. Quando crian\u00e7a, eu fazia isso bastante, e ainda fa\u00e7o, sempre! \u00c9 uma sensa\u00e7\u00e3o muito boa poder me desligar, parar de fazer os pensamentos acontecerem e apenas aproveitar o som de um instrumento que \u00e9 t\u00e3o maravilhoso quanto o Steinway &#8211; e me perder nos tons que saem disso. \u00c0s vezes \u00e9 como entrar em um transe quando eu sento para tocar. Limpa a minha mente e eu consigo focar no som saindo do piano. O som que sai do Steinway \u00e9 verdadeiramente inspirador.<\/p>\n<p><strong>Qual \u00e9 a experi\u00eancia de estar neste estado musical?<\/strong><br \/>\nA sensa\u00e7\u00e3o quando a m\u00fasica est\u00e1 ao meu redor e toma conta e eu tenho esse tipo de experi\u00eancia, \u00e9 muito confort\u00e1vel. Existe algo sobre a fisicalidade das harmonias que saem de qualquer instrumento, o jeito que elas podem ser sentidas pelo seu corpo. \u00c9 muito gostoso. \u00c9 como uma extens\u00e3o dessa id\u00e9ia de que tudo tem uma vibra\u00e7\u00e3o. Voc\u00ea consegue ter uma experi\u00eancia tang\u00edvel. Dessa forma ela me conecta com essa corrente profunda do universo, que soa louca e exaltada, mas \u00e9 verdade como o universo est\u00e1 vibrando. \u00c9 bom poder realmente brincar com essas vibra\u00e7\u00f5es em um instrumento como a Steinway.<\/p>\n<p><strong>O que voc\u00ea prefere tocar em uma Steinway?<\/strong><br \/>\nEu acho que se tem um problema com a afina\u00e7\u00e3o de um instrumento ou uma das teclas, isso pode ser muito perturbador. Quando todos esses fatores s\u00e3o resolvidos por um instrumento de qualidade, isso \u00e9 libertador. Existe uma diferen\u00e7a sutil entre um tipo espec\u00edfico de toque ou uma articula\u00e7\u00e3o espec\u00edfica em qualquer instrumento e isso pode ser a diferen\u00e7a entre proporcionar uma emo\u00e7\u00e3o que voc\u00ea quer produzir ou perder o momento. Eu lembro de trocar para a Steinway depois que os pianos que eu tocava antigamente e como foi not\u00e1vel a diferen\u00e7a na qualidade desse instrumento que foi t\u00e3o impressionante e perfeito. Tocar um instrumento t\u00e3o bem-feito quando uma Steinway facilita brincar com essas nuances que me guiam no caminho de me tornar um m\u00fasico melhor.<\/p>\n<p><strong>Como voc\u00ea decidiu que iria comprar uma Steinway?<\/strong><br \/>\nCome\u00e7ou quando eu vi o document\u00e1rio &#8220;Note by Note&#8221; sobre a confec\u00e7\u00e3o de um piano Steinway. Depois eu decidir dar uma volta na f\u00e1brica em Nova York, e eles foram bem simp\u00e1ticos. Levaram a minha m\u00e3e, eu e um amigo para acompanhar todo o processo da constru\u00e7\u00e3o de um piano. Eu conheci as pessoas que o fizeram. Eu os ajudeu a dobrar a borda externa do piano, colocando alguns parafusos nele. Foi bem bacana.<\/p>\n<p>Eu come\u00e7ei a tocar pianos quando eu estava l\u00e1 na f\u00e1brica, e eu estava procurando por uma conex\u00e3o com um piano que iria me dar essa sensa\u00e7\u00e3o intang\u00edvel de saber que \u00e9 esse que voc\u00ea quer ter na sua casa. Eu provavelmente toquei uns vinte pianos diferentes em Nova York e Los Angeles. Em Pasadena eu encontrei um.<\/p>\n<p>Eu finalmente reduzi as minhas op\u00e7\u00f5es a alguns pianos no showroom de Pasadena. Eu lembro que estava tocando dois deles, lado a lado, e eles se diferenciavam apenas por um n\u00famero de s\u00e9rie, ent\u00e3o eram id\u00eanticos na produ\u00e7\u00e3o. Eles eram totalmente diferentes. Um era mais vibrante, o outro mais grave. Eu escolhi o mais grave porque achei que se encaixaria com a minha casa e minha personalidade.<\/p>\n<p><strong>Por que ela se encaixa na sua casa e sua personalidade?<\/strong><br \/>\nEu sou muito sens\u00edvel, ent\u00e3o eu n\u00e3o gosto de coisas r\u00e1pidas ou coisas que v\u00e3o ainda mais longe no espectro da clareza. Eles tendem a fazer meus nervos reagirem de uma forma que pianos mais graves n\u00e3o fazem. Os pianos mais graves s\u00e3o muito acolhedores. Eu procurava por algo intang\u00edvel nos pianos que experimentei. Eu n\u00e3o sabia exatamente o que at\u00e9 eu ouv\u00ed-lo. Eu encontrei no piano que acabei comprando.<\/p>\n<p><strong>Me conte sobre o dia em que voc\u00ea trouxe sua Steinway para casa.<\/strong><br \/>\nFoi um dia incr\u00edvel. Eu tirei v\u00e1rias fotografias dos caras que estavam a colocando em casa com os carregadores e montei um pequeno v\u00eddeo de stop-motion. Eles o trouxeram, embrulharam em panos como um bonito presente de Natal. N\u00f3s abrimos um caminho na porta da frente at\u00e9 a sala de estar e sala de jantar. Depois desembrulharam e colocaram as pernas e fizeram o maravilhoso processo de vir\u00e1-lo para ficar de p\u00e9. A primeira nota que eu toquei foi apenas um C-Maior bem no centro.<\/p>\n<p><strong>Seguindo adiante, houve um processo de &#8220;conhecer&#8221; o instrumento?<\/strong><br \/>\nEu j\u00e1 tinha o tocado bastante no showroom de Pasadena. Na \u00e9poca, eu lembro que estava tocando algumas coisas que eu compus e o final de Appalachian Spring, de Copeland, a se\u00e7\u00e3o &#8220;moderato like a prayer&#8221;. Eu adorei a forma como as notas soavam nesse piano.<\/p>\n<p><strong>Como a Steinway se encaixa na sua casa?<\/strong><br \/>\nEu acho que ele est\u00e1 realmente integrado com a minha casa. Eu tenho equipamentos el\u00e9tricos que toco ao mesmo tempo que o piano, \u00e0s vezes repetindo sons no pedal. Ele se encaixa na minha sala de jantar ent\u00e3o eu consigo me dedicar em parte para a comida e em parte para a m\u00fasica. Est\u00e1 rodeado de obras de arte de alguns amigos meus. Eu tenho um arm\u00e1rio atr\u00e1s de mim com partituras incr\u00edveis de grandes mestres. \u00c9 apenas muito inspirador ter esse instrumento na minha casa.<\/p>\n<p><strong>Me conte sobre estar em turn\u00ea. Como isso se sobrep\u00f5e com seu tempo em casa?<\/strong><br \/>\nSobreposi\u00e7\u00e3o \u00e9 uma boa palavra, porque minha vida em casa \u00e9 bem guiada pela id\u00e9ia de acolhimento, simplicidade, estabilidade e criatividade. Tudo na estrada \u00e9 mais espont\u00e2neo e movimentado, e estamos em uma cidade diferente todos os dias. \u00c9 muito tempor\u00e1rio. N\u00f3s levamos nossas coisas para quartos de hotel e passamos a noite, e na manh\u00e3 seguinte vamos embora. N\u00f3s temos esses \u00e1pices de experi\u00eancia todas as noites com milhares de pessoas, e depois vamos embora daquela cidade. Eu gosto de chegar em casa e relaxar com essa vibe mais profunda.<\/p>\n<p>O Steinway \u00e9 bem pesado e n\u00e3o \u00e9 pr\u00e1tico para viajar. Ent\u00e3o pela sua pr\u00f3pria natureza, a estrutura dela \u00e9 s\u00f3lida, a cor, o tom. Quando estou em casa depois de todas essas viagens, que eu sento para tocar, eu sinto a vibra\u00e7\u00e3o saindo do piano pelo meu corpo e na minha casa, meio que me conecta fisicamente de estar de volta em casa.<\/p>\n<p><strong>O que voc\u00ea procura fazer entre turn\u00eas?<\/strong><br \/>\nEu penso que cada per\u00edodo de tempo entre as turn\u00eas como pequenos per\u00edodos sab\u00e1ticos do mundo de tocar m\u00fasica profissional para os f\u00e3s. \u00c9 a hora de ir mais al\u00e9m na m\u00fasica, e \u00e9 uma busca para a vida inteira. Eu apenas trato cada m\u00eas que temos de folga como uma sess\u00e3o de treinamento, basicamente, para que eu possa me adentrar na m\u00fasica. Eu estudo com professores diferentes, e estou tendo aulas de orquestra e aulas de piano e guitarra, e aulas de tabla e canto. Eu estruturo meu dia quase como um colegial, com horas espec\u00edficas para trabalhar em casa coisa, e ent\u00e3o tenho o tempo livre para pegar o que eu aprendi com esses experimentos e professores e deixar isso entrar de forma que saia de mim naturalmente.<\/p>\n<p><strong>Como voc\u00ea estuda?<\/strong><br \/>\nEu sou bem met\u00f3dico em rela\u00e7\u00e3o a tentar quebrar tudo em pequenas part\u00edculas. No piano, eu trabalho em alguns tipos espec\u00edficos de t\u00e9cnicas. Toque e articula\u00e7\u00e3o. Ent\u00e3o eu trabalho em leituras e notas. Depois trabalho em improvisa\u00e7\u00e3o e composi\u00e7\u00e3o, e em seguida, trabalho em um repert\u00f3rio com uma nova partitura. Com guitarra \u00e9 a mesma coisa, e com o mundo de grava\u00e7\u00f5es eletr\u00f4nicas, e a montagem do meu est\u00fadio, e aprender o lado t\u00e9cnico da engenharia de som, microfones e equipamentos: Existem milhares de coisas diferentes que eu estou aprendendo agora. Todas s\u00e3o bem divertidas, e eu me sinto sortudo de poder passar meu tempo aprendendo sobre as coisas que eu amo.<\/p>\n<p><strong>Voc\u00ea estuda compositores para aprender sobre a m\u00fasica atrav\u00e9s dos tempos?<\/strong><br \/>\nCom meu professor de orquestra, n\u00f3s estivemos sendo bem sistem\u00e1ticos em termos de olhar para os compositores que passaram suas inspira\u00e7\u00f5es para outros compositores. N\u00f3s tratamos Bach como o fundador da m\u00fasica moderna em nossos estudos, e ent\u00e3o seguimos adiante por Mozart, Beethoven, Brahms, Wagner, e depois Stravinsky. Antes disso, na \u00e9poca de Wagner, temos Debussy e Ravel. Apenas olhando todas as vertentes, e quem come\u00e7ou a lev\u00e1-las, Wagner e Liszt, ao mundo da atonalidade. Ent\u00e3o Schoenberg aparece, e Stravinsky e Schoenberg se dividem entre tonal e atonal. Stravinsky est\u00e1 fazendo coisas incr\u00edveis com o poliritmia e politonalidade. Gustav Mahler \u00e9 um grande her\u00f3i meu, e eu amo Philip Glass e Steve Reich e todo o mundo da m\u00fasica hipn\u00f3tica e minimalista. \u00c9 muito inspirador para mim. Ent\u00e3o os compositores de filme surgem, porque \u00e9 isso que eu vejo como a extens\u00e3o moderna de Mahler e Wagner. Pessoas como John Williams e Danny Elfman e Hans Zimmer. Esses caras s\u00e3o her\u00f3is da composi\u00e7\u00e3o moderna.<\/p><\/blockquote>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jesse Carmichael, tecladista do Maroon 5, deu uma grande entrevista para o site da marca de pianos Steinway &amp; Sons, onde comentou sobre suas experi\u00eancias com o instrumento, al\u00e9m de contar sobre suas influ\u00eancias e tamb\u00e9m sobre o per\u00edodo sab\u00e1tico que tirou em 2012. 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